Homossexuais e os Relatórios Kinsey

É comum encontrarmos textos e entrevistas de ativistas gays e simpatizantes mencionando dados sobre comportamentos homossexuais na sociedade, muitas vezes estendidos para todos os países ou apenas para o mundo ocidental. Veja alguns exemplos, Luiz Mott entrevistado por Adriana Miranda para o Jornal da Unicamp em 2001 [1], declarou:

“Segundo Freud, todos nós temos um componente bissexual na nossa personalidade: 37% dos homens do ocidente já tiveram ao menos dois orgasmos com pessoas do mesmo sexo na idade adulta.” [1]

e continua o jornal a apresentar “dados”:

“Os homossexuais, de acordo com Mott, representam aproximadamente 10% da população brasileira – mais de 15 milhões de pessoas. “ [1]

Este número “mágico”, os famosos “10%”, também é utilizado por diversos simpatizantes da causa gay, políticos, etc. Aparecem em veículos de informação, inclusive universitários como acima, levando muitos leitores a crer na confiabilidade de tais dados. Veja também uma entrevista de Marta Suplicy ao jornal A Tribuna [2] em Março de 2011, que novamente cita os gays brasileiros como sendo “10% da população”.

De onde vieram estes números utilizados por Luiz Mott e por muitos outros ativistas gays e simpatizantes, dentre os quais até mesmo políticos? Resposta: supostamente estariam no Relatório de Alfred Charles Kinsey, de 1948, sobre sexualidade masculina. Supostamente! [Relatórios Kinsey, saiba mais aqui]

[Não importa se a comunidade LGBT representa 0,1%, 10% ou 30% da população. As pessoas devem ser respeitadas! A discussão aqui é sobre o apego a um número e sua generalização desnecessária]

Veja o que é declarado no site do Instituto Kinsey sobre a pesquisa: “Kinsey disse em ambos os volumes [de sua pesquisa, sobre homens e mulheres] que era impossível determinar o número de pessoas que são ‘homossexuais’ ou ‘heterossexuais’. Somente era possível determinar o comportamento num dado momento.” [3]

Quantos homens foram entrevistados pela equipe de Kinsey, cujos dados teriam sido utilizados para compor o relatório? Cerca de 5.300, concentrados na população branca [3], e de determinados locais dos EUA, muitos dos quais eram presidiários (presos por algum crime sexual). Registre-se também que a maior parte da amostra homossexual consistia de delinquentes (ver abaixo). Inclusive, um dos co-autores do estudo era Wardell Baxter Pomeroy (1913-2001), psicólogo da prisão do Estado de Indiana [5]. Teriam sido feitas entrevistas com cerca de 8.603 homens, mas apenas 5.300 foram aproveitadas. Seria uma seleção de dados, para direcionar os resultados? Para o relatório feminino, foram utilizadas 5.940 entrevistas.

Mesmo assim, esta pequena amostra representaria toda a população dos EUA dos anos 40 do séc. XX? Obviamente que não! Nem naquela época, e muito menos hoje.

Agora imagine tomar estes dados para todos os “homens do ocidente” como o fez Mott. E para o mundo todo, como alguns ativistas fazem, declarando que “10% da população mundial é composta por gays”. É um absurdo, tanto quanto assumir que 10% da população brasileira é composta por gays (estando eles no armário ou não), baseado no relatório Kinsey.

No entanto, estes são os “dados” utilizados por ativistas gays, que acabam por convencer os simpatizantes: jornalistas, políticos, etc. Mas, o que realmente está no relatório Kinsey? Vejamos um texto de um site gay [6], a fim de que não nos chamem de parciais:

O folclore popular dos “dez porcento”

Os estadunidenses ficaram obcecados com os fatos e figuras dos relatórios Kinsey, e provavelmente a cifra mais controversa é a famosa estatística dos “dez porcento” – aquela que declara que 10% da população é gay. De fato, seus resultados não eram tão claros e diretos, em parte porque Kinsey desaprovava o uso de simples categorias dicotômicas como homossexual e heterossexual para descrever indivíduos. Sua única preocupação era o comportamento sexual, a única medida que ele sentia ser confiável. Para ajudar a definir este comportamento, Kinsey criou o que ficou conhecido como a escala Kinsey, que classificou o comportamento sexual de 0 a 6, com 0 sendo completamente heterossexual e 6 completamente homossexual [3 para bissexual]. X era atribuído àqueles que eram assexuados ou sexualmente inexperientes.

No livro O Comportamento Sexual do Homem, Kinsey relatou que 37% dos homens [entrevistados] tiveram pelo menos uma experiência homossexual [7]. E para a famosa cifra dos “dez por cento”,   foi apenas uma das várias estatísticas que Kinsey citou sobre a incidência da homossexualidade:

[agora preste atenção aos dados, e perceba a maneira desonesta que diversos ativistas gays muitas vezes apresentam os dados do relatório – os grifos estão no original]

13 porcento da população é mais homossexual do que heterossexual (i. e., graduação de 4-6) por ao menos três anos entre as idades de 16 e 55. Isto é um em cada oito da população masculina branca.

10 porcento dos homens são mais ou menos exclusivamente homossexuais (i. e., graduação 5 ou 6) por ao menos três anos entre as idades de 16 e 55. Isto é um em dez na população masculina branca.

8 porcento dos homens são exclusivamente homossexuais (i.e., graduação 6) por ao menos três anos entre as idades de 16 e 55. Isto é um homem a cada 13.

4 porcento dos homens brancos são exclusivamente homossexuais ao longo de suas vidas após o início da adolescência [ao menos até a época da entrevista [3]] (Tabela 150, Figura 168). [8]

[Grifos dos autores, no original]

[o que se pode concluir sobre os 10 porcento? Mito! São dados para ao menos 3 anos da vida de um homem, em que mantém comportamento mais ou menos homossexual. Veja mais abaixo, como era a amostragem de homossexuais ou “mais ou menos homossexuais” de Kinsey, muitos presidiários, e claro, diversos deles depois de tempo confinados, “na seca”, partem para sexo com homens, estupros em prisões, etc… seria isto um exemplo de comportamento de toda a população dos EUA?]

No livro O Comportamento Sexual da Mulher, 7% das mulheres solteiras entre os 20-35 anos, e 4% das mulheres previamente casadas no mesmo grupo de idade, foram classificadas como 3 [bissexuais] na escala Kinsey [9]. Cerca de 2 a 6% das mulheres eram mais ou menos exclusivamente homossexuais [10]. [veja amostragem feminina abaixo, muito pequena]

[O texto também apresenta problemas nos métodos estatísticos do relatório Kinsey]

Mas, nem todas as críticas às pesquisas de Kinsey eram indevidas. Escrevendo para a Revista da Associação Americana de Estatística, em 1949, W. Allan Wallis observou várias e sérias deficiências metodológicas nos métodos de Kinsey, o que implicava em suas conclusões não serem estatisticamente representativas da população dos Estados Unidos. [11]

…[a pesquisa] foi prejudicada pelo fato de que Kinsey não confiava nos métodos probabilísticos de amostragem que estavam em sua infância, naqueles dias… De acordo com os Drs. Paul Gebhard e Allen Johnson, do Instituto Kinsey de Pesquisa do Sexo:

“Para Kinsey, a solução para os problemas de amostragem era aumentar o tamanho e a variedade da amostra, e ele sentiu que todas as tendências e outros problemas iram se compensar e anulariam uns aos outros conforme a amostra crescesse e se multiplicasse.” [12]

E certamente, o tamanho do conjunto de dados de Kinsey era massivo. Mas, tamanho não garante representatividade proporcional. Gebhard e Johnson compararam a abordagem de Kinsey com o novo campo da pesquisa do sexo com o de um “astronauta lunar”, começando com as técnicas mais básicas, observando o resultado, e fazendo modificações como bem entendesse. Se ele sentisse que um grupo estava sub-representado, então ele simplesmente procurava mais pessoas daquele grupo para entrevista. [mas isto também pode representar a vontade do pesquisador, que pode   sobrerepresentar um grupo, e apresentar seu comportamento como uma descoberta “natural” das entrevistas “ao acaso”, que seria o comportamento de toda a sociedade.]

… o conjunto da amostra final acabou sendo muito grande. Mas o tamanho não garante precisão na representação da população dos EUA. Um olhar para a demografia da amostra de Kinsey mostrou claramente sua tendência. A amostra de Kinsey favoreceu profissionais e aqueles com idade inferior a 35 anos. Geograficamente, a amostra de Kinsey estava fortemente concentrada no Nordeste e Centro-Oeste, especialmente no estado de Indiana, onde a maior parte das pesquisas de Kinsey ocorreu. [13]

A amostra homossexual de Kinsey fornece outra ilustração dos problemas em seu conjunto de dados. Em função da dificuldade em encontrar homossexuais na atmosfera repressiva da época, o Dr. Kinsey baseou-se em entrevistas com membros de grupos homófilos como a Sociedade Mattachine e comunidades homossexuais num pequeno número de grandes cidades. Ele também entrevistou prisioneiros e populações institucionais. Como resultado, a amostra homossexual acabou consistindo de sub-grupos: delinquentes e não-delinquentes [14]:

[amostra homossexual de Kinsey]

A população delinquente compõem quase metade do total da população gay masculina, enquanto a população lésbica é extremamente pequena. Tirar conclusões sobre os hábitos sexuais de gays e lésbicas é muito problemático, especialmente quando os números para a população delinquentes estão combinados com a população não-delinquente. [6]

Este texto de um ativista gay honesto, desmonta muitos dos argumentos de ativistas gays que não fazem uma análise honesta dos dados e do contexto, e invalida diversas entrevistas e textos jornalísticos que se utilizam das “informações” fornecidas por tais ativistas.

Parece também que os tais “37%” que Mott cita na entrevista apresentada anteriormente, utilizando o relatório Kinsey [embora tenha dado a impressão que o número seria uma declaração de Freud], provém grandemente da observação de muitos “delinquentes”. Para as conclusões, Kinsey utilizou dados da população branca, além do fato de sua amostra ser muito concentrada em determinadas regiões e contextos, era pequena para se fazer uma extrapolação a toda a população dos EUA, e ainda pior, se aplicada em “todo o ocidente”.

Veja outros exemplos que tratam da amostragem utilizada por Kinsey:

“A amostra de Kinsey consistiu de 5.300 homens brancos e 5.940 mulheres brancas.  … Assim, de maneira nenhuma o estudo populacional de Kinsey pode ser visto como  uma amostra representativa da população estadunidense. “ [15]

“Os estudos foram particularmente deficientes em seus métodos de amostragem, e era óbvio para os pesquisadores  daquela época, que eles não mediam precisamente a vida sexual dos estadunidenses. [mas não era óbvio para não-pesquisadores] .
… Os resultados eram limitados a pessoas brancas, com melhor nível escolar, menos religiosas e em sua maioria jovens, do  Nordeste dos EUA, que se voluntariavam para serem entrevistados sobre sua vida sexual. Agora sabemos que o efeito dos participantes  voluntários era inflar os níveis relatados de alguns aspectos do comportamento sexual.” [16]

Kinsey também apresentou dados sobre comportamento sexual e orgasmos em crianças e adolescentes, supostamente obtidos ao entrevistar e/ou receber dados de pedófilos, como Rex King e o ex-oficial nazista Fritz von Balluseck [4], o que gerou muitas críticas ao seu trabalho.

Registre-se que na época de produção do relatório Kinsey, publicado em 1948, o Governo dos EUA realizou experimentos na Guatemala, entre 1946 a 1948, onde cerca de 696 pessoas, inclusive crianças, foram infectadas com sífilis e gonorreia sem qualquer conhecimento e consentimento [17] (além dos experimentos em Tuskegee). Recentemente o Governo Obama pediu desculpas por tais experimentos [18].

Em função deste contexto e dos dados sobre comportamento sexual infantil, isto também levou muitas pessoas a tecerem acusações de atos de pedofilia promovidos pelo próprio Kinsey. O Instituto Kinsey, obviamente, nega tais atos [19] e qualquer alegação negativa sobre os relatórios, declarando que diversas pessoas escreviam para Kinsey relatando memórias de infância e experiências do tipo, mas não eram encorajadas por Kinsey a tais atos.

Contudo, uma revelação tardia pode colocar o assunto novamente em pauta, se confirmada sua veracidade (sim, pois a história pode ser verdadeira ou falsa). Uma mulher declarou que seu pai teria sido pago por Kinsey para estuprá-la e fornecer dados que teriam sido utilizados para os relatórios Kinsey. Novamente, tudo é negado pelo Instituto Kinsey [19]. Poderiam existir outros casos com pessoas que se negam a tocar no assunto por traumas e para evitar a exposição na Mídia?

Sob o pseudônimo de Esther White [20],[21], ela declara que foi vítima da pesquisa de Kinsey, que se tornaria o alicerce da moderna sexologia, depois que seu pai teria sido pago por Kinsey para abusar sexualmente dela e coletar dados sobre as reações de sua filha, na época com apenas 7 anos. “‘[Meu pai] me levava a ter orgasmos e marcava o tempo com um cronômetro. Eu não gostava daquilo; eu entrava em convulsões, mas ele não se importava. Ele dizia que todas as menininhas faziam isso com seus papais; só não conversavam sobre isso’, declara White, e completa que recebia ordens de ‘não dizer para minha mãe porque eu provocaria um divórcio, e esse era o meu maior medo. Isso era horroroso naquele tempo, pois ninguém se divorciava'”.

“Em 1943, quando eu tinha nove anos, encontrei uma folha de papel que tinha caixinhas de preenchimento onde meu pai estava marcando coisas que ele estava fazendo comigo. Ele arrancou a folha de mim e a colocou num envelope marrom’, disse ela. ‘Era um formulário com caixinhas de opções abaixo no lado esquerdo da página, e uma lista de declarações que descreviam atos sexuais. Ele tinha de selecionar coisas, se ele tinha ou não feito.”

“‘Uma das declarações incluía as palavras ‘orgasmo cronometrado’. Eu não sabia o que significava ‘orgasmo’. Por isso, perguntei a ele e ele me disse. É por isso que ele estava usando um cronometro’. White disse que seu pai também filmava o abuso e enviava as fitas para Kinsey. Ela disse que sua mãe deixou seu pai depois de certa vez apanhá-lo no ato, sem entregá-lo à polícia. Contudo, ele mais tarde voltou, e continuou a tentar abusar sexualmente de White, até mesmo tentando dormir com ela depois que ela já estava casada.”

A pesquisa de Kinsey teve financiamento da Fundação Rockefeller, que por sua vez, concede bolsas de estudos para muitas pessoas e financia diversos projetos nos EUA. Pode-se imaginar que diversos políticos dos EUA tenham estudado com alguma bolsa ou financiamento da fundação, e qualquer investigação sobre o Instituto Kinsey e sua pesquisa, poderia representar um problema para a imagem da Fundação Rockefeller. Será que algum político que estudou financiado pela  Fundação Rockefeller participaria de uma investigação governamental que indiretamente envolvesse tal fundação?

Estimativas atuais sobre o tamanho da comunidade LGBT

Sobre as estimativas do número de “gays no mundo”, há um recente estudo de Abril de 2011 [22] divulgado pelo Instituto Williams, ligado à Universidade da Califórnia (UCLA), nos EUA, que é especializado em estudos de orientação sexual e identidade de gênero.

How Many People are Lesbian, Gay, Bisexual and Transgender?
(Gary J. Gates, Williams Distinguished Scholar , April 2011)
http://www3.law.ucla.edu/williamsinstitute/pdf/How-many-people-are-LGBT-Final.pdf

As informações incluem a análise dos dados de 5 pesquisas realizadas nos EUA entre 2005 e 2009, e de uma pesquisa em cada um dos seguintes países: Canadá (2005), Austrália (2005), Noruega (2010); e também no Reino Unido (2009-2010).

As análises das diferentes pesquisas para os EUA, resultam em: 3.5% dos adultos nos EUA identificam-se como gays, lésbicas e bissexuais, e 0.3% como transgêneros. [22]

Nas outras pesquisas, a porcentagem de pessoas que se identificam como sendo gays, lésbicas e bissexuais, apresentaram os seguintes números: Canadá: 1.9%; Austrália: 2.1%; Noruega: 1.2% e para o Reino Unido: 1.5%. [22]

Isto mais uma vez contribui para derrubar o mito dos “10 porcento” tão utilizado  por diversos ativistas gays.

Para mais informações sobre os Relatórios Kinsey, leia os seguintes textos, em Inglês (em breve serão traduzidos). Qualquer opinião apresentada nos links é de responsabilidade dos autores dos respectivos textos:

The bedroom and beyond (Telegraph Magazine, November 13, 2004)
http://www.theage.com.au/articles/2004/11/12/1100227565498.html

According To The Kinsey Reports (January 3, 2008)
http://www.boxturtlebulletin.com/Articles/000,024.htm

The Anatomy of a Sexual Revolution (Vision, 2000)
http://www.vision.org/visionmedia/article.aspx?id=960

Sex, Lies, and Videotape (2005)
http://www.catholicculture.org/culture/library/view.cfm?recnum=6793

Referências

[1] http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/jan2001/pagina8-Ju158.html

[2]  A Tribuna, 10/03/2011, Ano LXXI, nº 23.734 – Vitória/ES, página 4.
http://pt.scribd.com/doc/50532033/PLC-122-na-capa-no-jornal-A-Tribuna-ES-10-de-marco-de-2011

[3] http://www.kinseyinstitute.org/research/ak-data.html

[4] Telegraph Magazine, November 13, 2004:
http://www.theage.com.au/articles/2004/11/12/1100227565498.html

[5] Tito Sena, Fazendo Gênero 9, Diásporas, Diversidade, Deslocamentos. 23 a 26 de Agosto de 2010. http://www.fazendogenero.ufsc.br/9/resources/anais/1278011145_ARQUIVO_ArtigoTitoSenaFG9.pdf

[6] http://www.boxturtlebulletin.com/Articles/000,024.htm


[7] Kinsey, Alfred C.; Pomeroy, Wardell B.; Martin, Clyde E. Sexual Behavior In the Human Male (Philadelphia: W.B. Saunders: 1948): 650.

[8] Kinsey, Alfred C.; Pomeroy, Wardell B.; Martin, Clyde E. Sexual Behavior In the Human Male (Philadelphia: W.B. Saunders: 1948): 650-651.

[9] Kinsey, Alfred C.; Pomeroy, Wardell B,; Martin, Clyde E.; Gebhard, Paul H. Sexual Behavior In the Human Female (Philadelphia: W.B. Saunders: 1953): 499.

[10] Kinsey, Alfred C.; Pomeroy, Wardell B,; Martin, Clyde E.; Gebhard, Paul H. Sexual Behavior In the Human Female (Philadelphia: W.B. Saunders: 1953): 488.

[11] Wallis, W. Allen. “Statistics of the Kinsey Report.” Journal of the American Statistical Association 44, no. 248 (December 1949): 463-484.

[12] Gebhard, Paul.; Johnson, Alan. The Kinsey Data: Marginal Tabulations of the 1938-1963 Interviews Conducted by the Institute for Sex Research (New York: Saunders, 1979): 25.

[13] Kinsey, Alfred C.; Pomeroy, Wardell B.; Martin, Clyde E. Sexual Behavior In the Human Male (Philadelphia: W.B. Saunders: 1948): 5.

[14] Gebhard, Paul.; Johnson, Alan. The Kinsey Data: Marginal Tabulations of the 1938-1963 Interviews Conducted by the Institute for Sex Research (New York: Saunders, 1979): 5.

[15] Our Sexuality, Robert Crooks and Karla Baur, 10th Edition, Thomson 2008; pp 32

[16] John Gagnon, Ph.D., State University of New York. The New England Journal of Medicine – Book Review; N Engl J Med 1999; 340:571-572, February 18, 1999
http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJM199902183400719

[17] US medical tests in Guatemala ‘crime against humanity’ (BBC, 2 October 2010)
http://www.bbc.co.uk/news/world-us-canada-11457552

Fueron los experimentos del diablo (El País, 26/03/2011)
http://www.elpais.com/articulo/sociedad/Fueron/experimentos/diablo/elpepusoc/20110326elpepisoc_3/Tes

http://www.hhs.gov/1946inoculationstudy/factsheet.html

[18] U.S. apologizes for newly revealed syphilis experiments done in Guatemala  (Washington Post October 1, 2010)
http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2010/10/01/AR2010100104457.html

EE.UU pide perdón por experimentos en Guatemala (BBC Español, 1 de octubre de 2010)
http://www.bbc.co.uk/mundo/ultimas_noticias/2010/10/101001_ultnot_eeuu_disculpas_experimentos_guatemala_lh.shtml

[19] http://www.kinseyinstitute.org/about/controversy%202.htm
http://www.kinseyinstitute.org/about/controversy2.html

[20] Victim of notorious sex experiments speaks out (17/10/2010)
http://www.wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=214105

Stunner! Kinsey paid my father to rape me (17/10/2010)
http://www.wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=213213

[21] http://www.lifesitenews.com/news/archive/ldn/2010/oct/10102106
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2010/10/vitima-de-kinsey-desabafa-meu-pai-era.html
http://alfredkinsey-brasil.blogspot.com/2011/07/vitima-de-kinsey-desabafa-meu-pai-era.html

[22] How Many People are Lesbian, Gay, Bisexual and Transgender? (Gary J. Gates, Williams Distinguished Scholar , April 2011)
http://www3.law.ucla.edu/williamsinstitute/pdf/How-many-people-are-LGBT-Final.pdf

12 respostas para Homossexuais e os Relatórios Kinsey

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  3. jadiel disse:

    Todos sabemos o que esse Alfred Kinsey fez, ele era um pedofilo em potencial e fez absurdos em nome da liberdade sexual e isso é reprovavel, muitos dos ativistas gays tb seguem a mesma teoria dizendo que muitas crianças estão se descobrindo gay mais cedo, isso é uma coisa a ser investigada, como porque, como? quando? porem não fazem isso apenas diz que é normal entretanto estudos comprovam abusos, de fato ha muitos homossexuais contrarios a causa ativistas gays, conheço varios o youtube esta cheio de depoimentos, porem colocar um grupo acima dos outros é totalmente insano, e outra coisa a crença na biblia todos dos ativistas abominam a biblia e ate Maria mãe de Jesus como dizer tais coisas? ofender a religiosidade das pessoas. É preciso mais do que impor.

  4. OExiste no Brasil aquelas Pessoas que formam opinião, ou seja as pessoas confiam nas informações desta pessoas. So que em muitos casos em que a declaração não pode ser sensurada ela sai na midia. O porque que os Pastores não querem que seja promulgada uma lei considerando a homofobia como crime.Porque querem continuar propagando nos meios de comunicação suas ideias NAZISTA. No Brasil os representantes do neo-nazismo ;são Silas Malafaia,Marco Feliciano, Levy Fidelis,Jair Bolsonaro e outros que estão nos meios de comunicação , igrejas e partido politicos.DIGA NÃO A HOMOFOBIA

    • jadiel disse:

      Voce esta desconsiderando as informações acima e outra coisa creio que voce não crer na biblia, se crer não pratica, outra coisa é que a Constituição torna todos iguais, isto basta, tanto para negros como para qualquer pessoa, todos os estudos que os ativistas da causa LGBT fazem baseia-se no NAMBLA e nos estudos de Alfred Kinsey isso é um fato, ele pronuncia o fim dos heteros isto é uma afronta, pois todos temos mães e pais isto é um fato, porem para a causa os ativistas gays desejam o fim dos dia das mães e dos pais, voce acha isso correto? pense antes de escrever qualquer coisa insana.

  5. Pingback: Fabrício Gonçalves

  6. Eu acho que a população em geral tem suas próprias estatisticas empíricas particulares para que concluam se algo pode ou não ter crédito. Digamos, da minha experiência pessoa, quantos conhecidos eu tenho? E quantos deles são gays? Quantos dos meus vizinhos são gays? Quantos dos meus colegas de trabalho são gays? E pior, quantos eram gays mas ninguém sabia, e só ficamos sabendo depois que eles sairam do armário por causa do movimento gay? Enfim, se 1 de cada 10 pessoas que eu tenho nos meus círculos, for gay, é bem provável que esta estatística de 10% esteja mais ou menos certa. Se 1 em cada 4 dos meus amigos fosse gay seriam 25%.. Como os gays devem se relacionar com alguém, que eu desconheço, e há essa possibilidade de gays eventuais, assim como eu sei que 1 em cada 4 dos meus amigos frequenta casas de prostituição ou já saiu com prostitutas, dá pra acreditar sim que cerca de 25% dos homens heteros é promíscuo, com prostituição, e 25% deles, sejam gays, eventuais… Sim, essa pode ser uma suposição muito pouco científica, mas ela me dá balizamento para crer ou descrer de um artigo cientifico… Duro é alguem tentar me convencer que os gays são 0.1% da população sendo que eu obviamente vejo com meus próprios olhos que não são tão poucos assim… Talvez em uma determinada região, ou para uma pessoa preconceituosa e que evite fazer amizades nesse meio, ou conhecer gente desse meio…

  7. cotrim disse:

    As fontes do Wnd nesse caso são o proprio Wnd,nenhum outro veiculo noticiou o caso,os blogs conservadores só repassaram a mesma noticia.Por duas razões desconfio da propria exsistencia da senhora Write.
    A senhora Write se tiliza de um pseudonômio para aparentemente esconder a identidade,só que a mesmo disponibiliza fotos suas ao Wnd,Quantas pessoas que usaram pseudômio mostraram fotos suas antes de revelar sua verdadeira identidade.?
    Fora isso ela nunca esconde sua militansia religiosa,isso é importante pois eu tambem desconfiaria se um militante do PSOL alegase ser torturado pele ditatura sem apresentar provas completas.

    “Cabe ao estado vai investigar,ai é outro assunto,e algo nesse sentido é abordado nos textos”
    Mas se não ouve uma denuncia formal,como o estado vai investigar?Não adianta dizer que o instituto kinsey esconde as provas,todos são inocentes até que se prove o contrario.

    • Sim, se isso é verdade ou não deve ser investigado. No entanto é plausível. Contudo, ela pode fazer uma denúncia formal e o caso ser arquivado mesmo assim.

      No caso do exemplo do militante do PSOL, ele pode ter sido torturado sim, e não ter como provar, pois, sem vídeo e/ou fotos, será a palavra dele contra a de alguém, que num julgamento pode mentir. Ele pode inclusive não saber o nome do torturador, não ter visto seu rosto, e como fica? Ele declará ao mundo que foi torturado, só não tem como provar, mas, isso não significa que de fato não tenha sido, apenas não consegue provar em juízo. Então é algo realmente complicado.

      Mas este não é o foco do texto, mesmo porque declaramos sobre tal história: “se confirmada sua veracidade” (vide texto), mostrando que nós também assumimos que isso pode ser verdade ou não, alertando o leitor para ter cautela.
      Abraço,
      equipe “homofobianaoexiste”

  8. cotrim disse:

    o site Wnd é um site ultraconservador que alem de fazer militancia anti-gay tambem tem varios textos criticando os democratas e a teoria da evolucão,porque sera que a Sr.White não fez uma denuncia formal ao institudo Kinsey enves de desabavar num tabloide conservador?Michael Jackson era muita mais popualar que Kinsey isso não impediu seus acusadores de mostrarem seus verdadeiros nomes e rostos e ainda manda-lo pro banco de reus.

    • cotrim disse:

      popualar=popular

    • Olá Cotrim, se o Wnd é um site ultraconservador ou não, isso não faz diferença em relação ao que estamos discutindo, o que interessa é o assunto em si, se foi abordado por eles com o devido respeito e apresentação das fontes, não vemos problema em citá-los como também citamos diversos outros sites, afinal, não estamos discutindo política.

      Não adianta fazer uma denúncia ao instituto Kinsey, pois eles negam tudo. Cabe uma denúncia ao Estado a fim de que se investigue. Podem ser acusações mentirosas ou verdadeiras. Se o Estado vai investigar, aí é outro assunto, e algo neste sentido é abordado no texto.
      Abraço,
      equipe “homofobianaoexiste”.

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