Gays, ex-gays e ex-ex-gays: felizes

(obs.: apenas algumas ideias e ponto de vista pessoal, baseado em achismos, leia com cuidado! Muitos questionamentos e poucas respostas)

Guerra de informação, é o que parece ocorrer em torno deste assunto. Desesperados por um lado tentando provar que é possível provocar mudanças na orientação sexual de alguma pessoa; desesperados de outro lado tentando provar que isto não é possível. Talvez não estejam desesperados, sabe-se lá…

O que vemos é que por toda a parte há todo tipo de gente, com todo tipo de gosto, e gosto como diz o ditado “não se discute”, acrescentando outros: “mas se lamenta”. Isto para futebol, religião, política e tudo mais, gosto é gosto.

Nesta diversidade, encontramos gays, pessoas que se dizem ex-gays, e ainda aqueles que dizem ser ex-ex-gays. E você encontra pessoas destes grupos afirmando que estão bem e felizes como estão/são.

Quem somos nós para dizer que eles não estão sentido o que dizem sentir?

Ainda não sabemos ao certo como se define a sexualidade nas pessoas, se é genético, comportamental, influência do meio, algo ainda desconhecido, ou um pouco de cada. Tudo é achismo. E qual é o nosso achismo por aqui? Que ninguém nasce hetero nem homo ou bissexual. Além de uma limitação básica que a natureza nos impõem, reprodução sexuada (heterossexual, ou algo neste sentido, mesmo que seja in vitro) para que possamos vir ao mundo, existir, há outras questões, pois não somos simplesmente limitados pelo ato reprodutivo. No meio está a vontade, e coisas mais. Talvez pelo fato de uma criança vir ao mundo por meio de um relacionamento hetero, crescendo neste ambiente, terá uma grande probabilidade de se tornar heterossexual. Claro que não é tão simples assim, depende também do tipo de sociedade, dos costumes, religião, etc.

É algo realmente complexo. Talvez se alguém conseguisse criar uma criança um ambiente totalmente homossexual (família, vizinhos, parentes), de modo semelhante ao anterior, haveria uma grande probabilidade da criança se tornar homossexual. Pode ser. Por isso utilizamos a palavra “probabilidade”, pois há quem seja oriundo de família onde todos são héteros (em princípio), e aparece um que se define como homossexual. Então, o assunto é complexo. E o nosso achismo vai longe.

Embora organizações científicas de alguns países, cujas decisões são simplesmente copiadas por seus pares de outros países, emitam comunicados dizendo que é impossível mudar a orientação sexual de alguém, quem somos nós para acreditar que na Ciência tudo é definitivo? Afinal, ontem o homossexualismo era tido como doença, hoje já não é. Ontem a Antropologia em sua infância parecia fomentar o racismo, e alguns utilizavam-na para justificar a escravidão. Afinal, alguns povos pareciam ser menos evoluídos, então, seriam selvagens como animais selvagens e não haveria nenhum problema “moral” em dominá-los e escravizá-los. Percebendo alguns que poderiam lucrar com isto, tudo que pudesse justificar a escravidão era utilizado, até mesmo o Cristianismo fora utilizado para tal, mesmo sem haver qualquer respaldo para isto dentro desta religião.

Diante disso, nada mais sensato do que respeitar. Afinal, quem é o dono da verdade?

E sobre ex-gays e ex-ex-gays? Para alguns, basta deixar passar o tempo que todos os ex-gays vão algum dia apresentarem-se como ex-ex-gays. Outros defendem que um ex-gay nunca teria sido um “verdadeiro homossexual”, mas que era bissexual e estava apenas por um tempo mais para um lado do que para outro do seu bissexualismo. Bem, continuamos nos achismos. Cada caso deve ser um caso.

Vamos então apresentar outro achismo: Algumas pessoas parecem ser confusas sobre sexualidade em função da existência de estereótipos. Porque em função dos estereótipos, de ideias muito distorcidas sobre o que é “masculinidade” e “feminilidade”, alguém, uma criança, pode ficar confusa ao não se ver dentro de um destes estereótipos. Imagine uma menina que não gosta de bonecas, não acha vestidinhos tão legais como suas amigas, e gosta de outras atividades, algumas chamadas de “coisas de meninos”. Certamente, confrontada com o estereótipo feminino, pelas amigas, pela família, parentes, e percebendo não se adequar inteiramente a ele, a menina pode pensar que é “diferente” e crescer alimentando esta ideia. Sabe-se lá o que acontece com a cabeça de cada criança, de cada pessoa. Cada cabeça, uma sentença.

Quando lemos determinadas opiniões, logo pensamos nesta confusão sobre o que seria “masculinidade” e o que seria “feminilidade”. Parece que se um menino ou um homem não faz o tipo machão, brutamontes, se não tiver voz grossa, então ele é “afeminado”. E desde quando um homem precisa obedecer ao estereótipo do machão para ser chamado de homem, e hétero? Um homem não pode ser mais sensível que outro homem? Desde quando ser “sentimental” é algo exclusivo das mulheres? Um homem não pode ser mais delicado que outro homem, e ainda ser “masculino”, e gostar de mulher? Agora imagine isto tudo ocorrendo com uma criança, um menino. Será que até ele próprio não passaria a ver a si mesmo como “afeminado” depois de tanta piadinha de amigos e familiares sobre seu jeito “diferente”? E se tais comportamentos dos amigos e familiares não existissem, se a constante comparação com um estereótipo ridículo não existisse, será que ele veria a si mesmo como “afeminado”? Não sabemos, afinal, são achismos, vai saber o que se passa na cabeça de uma criança. Cada cabeça uma sentença.

Também há aqueles que se dizem “assexuados” e dizem estar felizes assim. Lendo algumas opiniões de assexuados, parece-nos que alguns, ao menos alguns, têm uma visão inadequada do que seja sexo, dizendo inclusive que têm nojo de sexo. Nada contra se tiverem. Mas, quando analisamos certos argumentos e declarações, do nosso ponto de vista – óbvio, ficamos com a sensação de que alguns do grupo têm uma visão distorcida sobre sexo, sabe-se lá por qual motivo, a criação, como eram os pais, e se os mesmos alguma vez conversaram com os filhos sobre isso. Muito daquilo que se faz na vida adulta tem origem na infância, mesmo que não tenhamos consciência disso.

Todavia, há pessoas em todos estes grupos dizendo-se felizes com suas vidas.
Custa respeitar?

(falta texto…)

O assunto é complexo. No entanto, sobre ex-gays e ex-ex-gays, vamos ver alguns relatos. O fato de postarmos aqui tais relatos não significa que concordamos com tudo o que seja declarado, cada pessoa tem sua opinião e é responsável por suas declarações.

– ex-gays:

1) Charles Kane, muda de sexo, arrepende-se e faz nova cirurgia

2) Joide Miranda, ex-travesti

3) Paulinho de Jesus – ex-travesti

4) Ele é um ex-gay – Michael Glatze

– ex-ex-gays:

1) Testemunho de um ex ex-gay

2) Entrevista com Sergio Viula

3) Alan Chambers, da Exodus Internacional

4) Chronicles of an Ex-Ex-Gay (inglês)

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— ex-gays:

1) Charles Kane, muda de sexo, arrepende-se e faz nova cirurgia (Daily Mail – 07/12/2010)

“Charles Kane”, nascido com o nome de Sam Hashimi, passou, em 1987, por uma cirurgia de mudança de sexo, pelo que passou a se chamar “Samantha Kane”, no que se tornou um designer de interiores. Nisso, ele gastou cerca de £100.000 em cirurgias.

No entanto, em 2004, ele se deu conta de que tinha cometido um grande erro: o resultado do que ele acredita agora – de um colapso seguindo um fim horrível de seu casamento de 12 anos e o afastamento de seus dois filhos.

Inicialmente excitado por sua transformação, a vida como mulher rapidamente empalideceu, a despeito de um estilo de vida “jetset” no principado de Mônaco.

Ele odiava a forma como os hormônios femininos fizeram dele instável emocionalmente. Fazer compras o deixava entediado e o sexo foi um desapontamento.

Assim sendo, 5 anos atrás, Charles gastou mais £25.000 em três operações na clínica de gênero no Hospital Charing Cross em Londres para voltar a ser do sexo masculino.

Seus implantes de seios foram removidos e os órgãos genitais masculinos foram reconstruídos com enxertos da pele. O problema é que ele não era o mesmo homem que foi antes.

Hoje, Charles é noivo de Victoria Emms, de 28 anos, e pretendem se casar no fim do ano que vem em uma igreja.

Charles está procurando financiamento para um documentário intitulado “A Desilusão da Mudança de Sexo”.

“Baseado em minhas próprias experiências, eu acredito que operações de mudança de sexo não devem ser permitidas, e certamente não no NHS (National Health Service)” [SNS – Serviço Nacional de Saúde].

“Pessoas que pensam que são mulheres presas em um corpo masculino são, na minha opinião, completamente iludidas. Eu certamente estava. Eu precisava de conselhos, e não de uma operação de mudança de sexo”.

“Eu me tornei uma mulher. Não funcionou para mim. Eu mudei minha mente. Somente um maluco não muda sua mente quando sabem que estão errados. Parece tremendamente corajoso dizer: – Não, desculpe, eu mudarei de novo”.

Veja as fotos de Charles, antes da mudança do sexo masculino para o feminino, no sexo feminino e, por último, voltando ao sexo masculino (as fotos são do jornal Daily Mail).


Agora Charles, como Samantha


Por último, Charles em sua versão final


Traduzido por: Mente Conservadora

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2) Joide Miranda, ex-travesti:

Joide Miranda, testemunho:

Entrevista:

3) Paulinho de Jesus, ex-travesti:

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4) Ele é um ex-gay – Michael Glatze:

Reportagem da Revista Época. Parece que a editora não gostou muito da ideia, e espalhou seu ceticismo pelo texto (estaria ela sendo “preconceituosa”?, está tão na moda chamar todo mundo de preconceituoso). Não colocou o link para a reportagem no The New York Times, apenas para o outro blog. Bem, quem somos nós para dizer o que o outro sente? Melhor deixar o tempo passar:

Ele é um ex-gay (Época, 23/06/2011)

O homem da foto ao lado, o americano Michael Glatze, é um ex-gay. Há pouco mais de dez anos, ele mesmo diria que ex-gays não existem. Mas, desde 2007, Glatze não defende apenas que é possível ser um ex-gay. Ele afirma que a homossexualidade não existe. Seria apenas um esconderijo para pessoas fracas e vazias, sempre em busca de excitação sexual, de alguém para amar (Michael, sentimos informar, mas isso não é exclusividade dos gays). Hoje, Glatze estuda a Bíblia em um curso cristão no estado de Wyoming, à espera da mulher que Deus colocará em seu caminho para formar uma família.

A história de Glatze foi contada por um (ex?) amigo gay no jornal “The New York Times”. O (ex?) amigo Benoit Denizet-Lewis conhecera Glatze em uma revista dedicada à comunidade gay, onde ambos trabalharam. Um dos objetivos da revista era mostrar a jovens gays que não há problema algum com a orientação sexual deles. Glatze era o que se podia chamar de ativista dos direitos homossexuais. Havia lido todos os livros sobre esse universo e estava sempre disposto a discutir como a sociedade sufoca a verdadeira opção sexual das pessoas com seus preconceitos. Glatze tinha um namorado de causar inveja, chamado Ben, e os dois formavam o que parecia ser um casal perfeito. Tanto que haviam decidido se aventurar em um projeto profissional juntos, ligado à causa que defendiam. Criaram uma nova revista voltada para jovens gays.

As coisas para Glatze e Ben começaram a mudar em 2004, quando Glatze teve uma série de palpitações e resolveu procurar um médico. Ele achava que podia ter a mesma doença cardíaca do pai, que morrera quando Glatze tinha apenas 13 anos. Os exames, felizmente, revelaram que não havia motivos para Glatze se preocupar. Mas o episódio mudou alguma coisa nele. Glatze acreditava ter escapado da morte e se sentia cara a cara com Deus. Sentiu que era chance de consertar sua vida. Passou um ano tentando entender as razões pelas quais se sentia infeliz. Um dia, ao sentar ao computador para escrever, ele percebeu. E digitou: “Eu sou hetero”. A partir desse instante, contou Glatze ao (ex?) amigo Lewis, nunca mais sentiu o mesmo desejo por pessoas do mesmo sexo. Quando sentia algum interesse, tentava se concentrar nas razões que o levavam a se sentir daquela maneira. E o desejo passava. Glatze decidiu se separar de Ben – e de mais um jovem gay que vivia um triângulo amoroso com o casal. Em 2007, anunciou que deixara de ser gay.

A ciência ainda não sabe o que define a orientação sexual de uma pessoa. Estão começando a aparecer evidências de que a preferência sexual, pode, sim, ser determinada biologicamente (este blog aqui diz ter as provas). Logo, mudar de orientação não seria factível. Mas os cientistas ainda estão longe de completar esse quebra-cabeça. Alguns amigos da época gay de Glatze acreditam que ele está se enganando. Outros pensam que ele nunca foi, de fato, gay. Para resumir, ninguém acredita que Glatze possa ter mudado sua orientação sexual. E todos estão preocupados porque ele não parece ser feliz, sem trocadilhos, como era quando se dizia gay.

E vocês? Acreditam que alguém pode deixar de ser gay?

[veja também:]

Ex Gay conta seu testemunho e sua luta (Redação Gospel+ : 11/09/2009)

Dois anos atrás Michael Glatze provocou ondas de choque em toda a elite homossexual quando declarou publicamente que ele havia abandonado sua vida como proeminente ativista homossexual, se tornado cristão e abraçado a “sexualidade humana normal”.
Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel

Contudo, depois de ser vítima de intensas críticas e zombaria após sua conversão, Glatze decidiu “se retrair”, “ficar em silêncio” e “se preparar” por um tempo, mas agora diz que se sente compelido a dar seu testemunho de novo. Numa entrevista com LifeSiteNews.com (LSN), Glatze disse que, longe de ter voltado a seu velho estilo de vida (como muitos de seus críticos da comunidade homossexual disseram que ele faria), ele está “extremamente feliz, e apto a ter uma vida muito boa, normal e saudável”.

Glatze começou a se identificar como homossexual com a idade de 20 anos. Depois disso ele fundou uma popular revista homossexual para jovens – Young Gay America – com pouco mais de 20 anos, e se tornou uma fonte para os meios de comunicação nacionalmente reconhecida em questões homossexuais aos 30 anos.

Durante esse tempo, porém, ele começou a ter dúvidas sobre a homossexualidade, e em 2005, depois de uma década trabalhando no movimento homossexual, ele desistiu de tudo, decidindo que era “errado e imoral”. Pouco antes de deixar sua posição na revista, conforme ele relatou em 2007 quando revelou pela primeira vez acerca de sua conversão, ele escreveu em seu computador de escritório: “Homossexualidade é morte, e eu escolho vida”.

Depois de anunciar sua conversão, Glatze diz que foi “duramente criticado por pessoas que não me conheciam ao ponto em que eu precisava me retrair, para entender melhor tudo o que eu estava discutindo”.

“A fúria que vem dos indivíduos ‘gays’ contra pessoas como eu pode ser cruel e vil, e pode machucar”, ele disse para LSN. “Eles não param por nada para fazer me sentir envergonhado por minha atual posição acerca da homossexualidade, e tentar me fazer duvidar do que experimentei em minha vida”.

“Cheguei ao ponto em que decidi ficar em ‘silêncio’, e recusar ofertas para falar, e me preparar”, disse ele.

Desde então ele diz que “está confiando em Deus, e somente em Deus”. “Venho adorando viver uma vida relativamente normal”, disse ele. “Vou à igreja. Tenho namorado moças. E, continuo a entender as ramificações do pecado homossexual de forma cada vez mais profunda, e à medida que encontro outros presos nesse pecado, aprendo mais sobre a natureza humana, e observo minhas próprias experiências — comparando-as com o modo como eu poderia ter respondido ou reagido em certas situações apenas alguns anos atrás”.

Agora pronto para compartilhar seu testemunho de novo, ele diz que insiste em fundamentar sua identidade em Deus, em vez de se definir de acordo com sua condição de “ex-gay”. “Não quero ser algum tipo de porta-voz que faz essa questão parecer exagerada acerca de mim”, ele explicou.

“Há inúmeras pessoas que saíram do estilo de vida homossexual com êxito, largaram os hábitos do pecado homossexual e que têm vidas felizes e saudáveis”, ele continuou.

Ele diz que foi edificado por “muitos, muitos e-mails de pessoas de várias partes do mundo que se identificaram com meu testemunho… que me incentivaram a prosseguir nesta caminhada, que estão felizes, que abandonaram a homossexualidade, deixando-a bem para trás, que têm filhos e que têm belas esposas”.

“Parte do problema em ‘divulgar o testemunho’ é que estamos realmente apenas falando sobre a experiência humana normal”, disse ele. “Não é o tipo de coisa onde você sente a necessidade de investir horas de sua vida, correr e gritar ‘Gente, vocês precisam respirar o ar!’”

A verdade é “óbvia”, explicou ele. “A heterossexualidade é a sexualidade humana normal, enquanto a homossexualidade é um desvio. Essas são coisas óbvias. O que é tão inovador é o modo como os ativistas estão tendo sucesso em turvar a realidade”.

“Penso que enquanto os meios de comunicação perpetuarem o mito de que a homossexualidade não pode ser curada… quero continuar a espalhar a mensagem da verdade em oposição a essa mentira”, disse ele, “sustentado pelo fato de que estou mais feliz, mais confiante e muito mais saudável – e muito, muito menos gay – desde 2007 e os anos anteriores”.

[fim]

— ex-ex-gays:

1) Testemunho de um ex ex-gay

2) Entrevista com Sergio Viula

3) Alan Chambers, da Exodus Internacional

4) Chronicles of an Ex-Ex-Gay – Jacob (inglês)

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1) Testemunho de um ex ex-gay (Igreja Cristã Contemporânea – 2011)

Me chamo Marcos Aurélio, tenho 30 anos e hoje vou relatar um pouco do que aconteceu comigo até a chegada a Igreja Cristã Contemporânea. Nasci homossexual. Sim, é isso mesmo que você leu! Muitos de nós temos medo de assumir o que realmente somos.

A vergonha e o medo da nossa orientação sexual foi pré-estabelecida por centenas de anos de preconceitos tendo como maior colaboradora a igreja que apontava a homossexualidade como demoníacas e pecaminosa. Sabemos, hoje, que isso não é verdade, pois não somos essa imagem tão triste que fazem dos gays (promíscuos, drogados, doentes, marginais…).

Bom, tive uma infância muito turbulenta. Minha família era escravizada pelo inimigo. Com isso eu cresci servindo aos demônios. Certa vez num daqueles locais de adoração ao inimigo onde minha avó era sacerdotisa e já incorporada disse que eu estava ali para assumir o lugar dela no futuro.

Entretanto, Deus já tinha um plano para a minha vida porque aos 16 anos eu conheci o Senhor Jesus dentro da Igreja Universal onde me libertei daqueles espíritos malignos que atormentavam a mim e a minha família, mas um conflito interno em minha vida durou ainda mais 12 anos.

Todos os dias eu me torturava com a mesma pergunta: Como Deus me libertou de uma casta poderosa de demônios e não tira esta atração que possuo por outras pessoas do mesmo sexo?

Então a minha vida ministerial começou a se desenvolver e ao mesmo tempo buscava a dita “libertação da homossexualidade” pensando que era mais um demônio que atormentava a minha vida como os pastores me faziam acreditar. Eu subia e descia monte. Consagração eu estava em todas. Passava todas as terças-feiras no corredor de fogo para queimar o tal demônio da homossexualidade que diziam que eu tinha.

Isso tudo me consumia, pois eu tinha uma vida consagrada à Deus e não conseguia me libertar. Aos 18 anos mudei de Igreja e fui congregar na Assembléia de Deus. Fiz Gabinete com o pastor e quando eu disse a ele que sentia vontade de me relacionar com pessoas do mesmo sexo de cara passei pela oração do sacolejo (aquela oração que quase quebram o teu pescoço) e não incorporei nada, mas ele me deu alguns estudos bíblicos para ler e entender que o homossexual ficaria de fora do reino dos céus.

Amados, as palavras daquele estudo penetraram na minha mente e a cada dia fui vestindo aquela máscara de tentar fingir para mim mesmo que não era aquilo que eu era. Fugia de tudo o que sentia mas o desejo continuava lá. As igrejas acham que uma pessoa vira “ex-gay” quando não pratica a homossexualidade, mas isso é uma mentira pois ela continua lá dentro de nós.

Passados os tempos fui me dedicando mais e mais na obra de Deus e o pastor me consagrou ao diaconato. Foi um dia muito feliz em minha vida. Ali eu estava me enganava achando que tinha “superado” aquela situação.

Tomei o próximo passo para minha “cura” segundo os preceitos das igrejas que era começar a namorar uma mulher. Conheci uma jovem de outra igreja e passamos a congregar juntos na Igreja Metodista Wesleyana onde nos casamos.

No início, foi tudo flores mas dentro de mim estava me enganando e estaria impedindo aquela jovem de ser feliz. Não me envolvi com ninguém da igreja, mas às vezes me pegava olhando para algum rapaz, isso só mostrava que eu estava enganado pois vivia uma identidade sexual que não era a minha.

Fui colocado como líder do departamento de Jovens e uns dos jovens veio conversar comigo. Sem saber da minha história, ele relatou que estava sentindo as mesmas coisas que eu. Sem respaldo algum para aquele aconselhamento, repeti as mesmas coisas que me disseram: Você terá que lutar pois caso contrário não entrará no Reino dos céus e irá para o inferno.

Hoje sinto uma dor por ter perdido aquele jovem, mas Deus há de nos conceder um novo encontro e eu hei de falar sobre o verdadeiro amor de Deus para ele. As coisas foram se complicando a cada dia e eu casado já não conseguia mais enganar a minha esposa, e cada dia fazia ela sofrer pois já não estava mais cumprindo com as minhas obrigações como marido.

Então, após 07 anos de casado decidi largar tudo. Disse em grito: Deus, Eu não aguento mais!!! Amados, larguei Jesus! Acabei com o meu casamento, abandonei meu ministério, decepcionei pessoas que acreditavam em mim e voltei para o Egito.

Logo a promiscuidade veio à meu encontro …a bebida e o cigarro me foram apresentados .Tudo o que um dia eu tive vontade de fazer eu fiz e logo vieram as amizades que me levaram a conhecer a noite gay. Eu via que eu não fazia parte daquele mundo, mas foi o que sobrou para mim… viver a falsa liberdade.

Amados , eu já não sabia mais o que fazer estava no fundo do poço até que um dia em que eu estava quase surtando, pois um vazio tomava conta de mim. Quando eu estava sóbrio sabia que aquele não era o caminho para mim, mas o mesmo tempo eu pensava que não poderia estar na presença de Deus sendo gay.

Certa noite, me lembro que no domingo, 04/01/2009, acordei desesperado pois na noite anterior eu havia bebido muito e em meio a esse desespero entrei na internet e no site do Google na digitei “gay na igreja” para minha surpresa apareceu o link da Igreja Cristã Contemporânea, visitei o site e fiquei ao mesmo tempo chocado (pois para mim aquilo era algo abominável) e feliz por ter um lugar que eu pudesse adorar à Deus.

Até que tive a coragem e anotei o endereço. No caminho da igreja meu coração palpitava de dor. Foi uma batalha espiritual muito grande para que eu pudesse chegar a porta da igreja e no site dizia que o culto era no 3° andar, cheguei na rua eu suava frio ao me aproximar da porta ouvia os louvores que eram entoados.

Subi até o 3° andar do prédio e as portas estavam trancadas (na verdade o culto era no primeiro andar e não no terceiro) comecei a chorar pois eu não queria ficar de fora o louvor que era entoado já tocava o meu coração antes que eu entrasse no templo. Então resolvi descer,em lágrimas e perguntei Deus até aqui o Senhor não me quer?

Pedi que me desse um sinal naquela noite, então, um Diácono da igreja chamado Alex abriu a porta que fica na lateral da igreja e me convidou para entrar no culto, o filho conhece a voz do Pai. Quando eu entrei no templo fui tocado pela a presença do Senhor, foi algo sobrenatural, pois eu sei identificar e sentir a presença de Deus. Senti a presença do Meu Jesus e o que me alegrou foi ver pessoas na mesma condição que a minha adorando o Senhor.

Hoje vivo uma vida feliz adorando a Deus do jeito que sou, vivendo em amor e fidelidade a Deus, a Igreja Cristã Contemporânea e a meu noivo. Deixei a promiscuidade e dou graças a Deus por existir um lugar que eu posso adorá-lo sem limites.

Hoje tenho um ministério restituído e posso levar o amor de Deus a todos, sem preconceitos. Afinal somos pessoas normais, trabalhamos, estudamos, temos uma profissão e isso faz de nós cidadãos como quaisquer outros e a única diferença está na nossa sexualidade, que é algo individual.

Se não tivermos orgulho do que somos, nunca atingiremos nossos ideais como homens de Deus que somos e nunca poderemos andar em liberdade. Não podemos continuar omissos. Então, a principal atitude que devemos ter é ORGULHO e não a VERGONHA do que somos, pois assim seremos respeitados.

Por Diácono Marcos Aurélio
[fim]

2) Entrevista com Sergio Viula, para a Resvista Época.
Se quiser trocar alguma ideia com o Sergio, entre em contato com ele, veja seu blog: http://www.foradoarmario.net

Sergio Viula – Libertando-se do armário (Época, 29/11/2004)

Sergio Viula, um dos criadores do grupo que defende a “cura” da homossexualidade, se assume como gay e diz que tratamento é uma farsa

GISELA ANAUATE

O carioca Sergio Viula, de 35 anos, foi um dos fundadores do Movimento pela Sexualidade Sadia (Moses), ONG evangélica que dá auxílio a pessoas que desejam abandonar a homossexualidade. Chegou a ser pastor da Igreja Batista, casou-se e teve dois filhos. Há um ano e meio, porém, assumiu ser gay, deixou a igreja e rompeu o casamento. Viula, atualmente professor de Inglês e estudante de Filosofia na Uerj, conhece como poucos os métodos dos grupos de ”reorientação” sexual. Sabe que não funcionam e critica o projeto de lei do deputado estadual Édino Fonseca (PSC) que prevê o custeio de tratamento psicológico para pessoas interessadas em ”virar heterossexuais”. O texto, condenado por psicólogos e psiquiatras, já passou por três comissões na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro e pode ser aprovado até o fim do mês.

ÉPOCA – Como surgiu o Movimento pela Sexualidade Sadia, que atua em várias denominações evangélicas?
Sergio Viula – O objetivo era a evangelização de homossexuais, que nada mais é do que fazer proselitismo religioso. Pretendíamos mostrar que a homossexualidade não é natural e deveria ser abandonada pelos que quisessem agradar a Deus. O Moses também queria dar uma resposta aos grupos gays, que tinham espaço na mídia.

ÉPOCA – Como o grupo pretende reverter a homossexualidade?
Viula – Vendem uma solução, enchendo as pessoas de culpa. No tempo em que eu estava lá, ouvia relatos de sofrimento e tentava arrumar razões para a homossexualidade, sempre ligadas à desestruturação familiar ou a traumas. Era um absurdo. O discurso do Moses é homofóbico e cruel: ”Jesus te ama, nós também, mas você precisa deixar de ser gay”. O homossexual continua sentindo desejo, mas com um pé no prazer e o outro na dor, com sentimento de culpa, medo, auto-rejeição. Criávamos uma paranóia na cabeça deles.

ÉPOCA – Quando você percebeu que o ”tratamento” era uma farsa?
Viula – A gota d’água foi quando um rapaz soropositivo, que chegou a ser da diretoria do Moses, morreu. Ele havia se envolvido sexualmente com dois integrantes do grupo. Um deles estava tão apaixonado que chorou mais que a viúva no enterro. Comecei a pensar que o grupo não funcionava nem para os que estavam dentro dele.

ÉPOCA – Nem para você?
Viula – Sou o melhor exemplo de que não existe ”cura” da homossexualidade. Sabia que era gay desde os 16 anos. As pessoas que dizem que mudaram, na verdade, continuam sentindo desejo. Um padre que é celibatário e heterossexual não deixa de ser heterossexual porque é celibatário. Um homossexual que não transa porque quer renunciar a isso pela fé é gay. Só não está em atividade.

ÉPOCA – O que acontecia nos bastidores do movimento?
Viula – Uma vez criaram uma célula de homossexuais que se reunia na Tijuca para fazer uma espécie de terapia em grupo. Em vez de virarem heterossexuais, começou a rolar paquera. Tinha gente que saía da reunião para namorar. Dentro do próprio apartamento que sediava os encontros aconteceram experiências sexuais. A célula acabou cancelada. Outra situação absurda ocorreu em um congresso da Exodus – grupo cristão internacional que combate a homossexualidade – em Viçosa. Os caras paqueravam e ficavam juntos durante o evento. A mensagem da militância gay, que se reuniu na porta, era: ”Nos deixem em paz”. Lá dentro, dizíamos que Deus transforma. Mas quem estava no evento fazia o mesmo que o pessoal de fora (risos). Era uma incoerência total.

ÉPOCA – Sua saída do Moses coincidiu com sua ”saída do armário”?
Viula – Sim. Há três anos abri o jogo com as lideranças da Igreja Batista e do Moses e me separei de minha mulher. Depois de um mês isolado, voltei para o casamento e para o Moses. Tinha chegado à conclusão de que era gay, mas não tinha resolvido a questão de fé em minha cabeça. Dois anos depois, me desliguei de vez.

ÉPOCA – Como sua família reagiu?
Viula – A relação com minha ex-mulher é amigável, mas com meus pais está extremamente abalada. São evangélicos e negaram a vida inteira que tinham um filho gay. Não suportaram ouvir de mim o que sempre quiseram esconder. Não nos falamos mais. Tenho um filho de 9 anos e uma menina de 12. Contei a verdade a ela e expliquei por que não podia continuar casado. Ela diz que me ama e não tem vergonha do pai.

ÉPOCA – A mensagem evangélica alimenta a homofobia?
Viula – A maioria dos evangélicos discrimina. O deputado Édino Fonseca é notadamente desequilibrado. Disse na Assembléia de Deus que os gays desejam fazer clonagem para criar um exército e dominar a sociedade. Há muitas pessoas desinformadas nos templos e, para elas, o gay é inimigo em potencial. O Moses deveria orientar as famílias assim: ”Seu filho é gay, mas pode ser saudável, bonito, inteligente e bem-sucedido, como qualquer heterossexual”. Isso nunca foi feito.

ÉPOCA – Você atualmente freqüenta alguma igreja?
Viula – Não. Mas isso não está só relacionado a minha homossexualidade. Conheço muitos gays que são religiosos. Abandonei a igreja por pensar que o Deus cristão é um mito. Mas acho importante militar por uma abertura na igreja. Como grupo social, ela tem de ter uma representatividade gay para não ser discriminatória. Não sou ativista, mas incentivo os movimentos gays, sobretudo o de Luiz Mott (Grupo Gay da Bahia), que foi massacrado por nós, do Moses. Neste ano, fui à ParadaGay do Rio pela primeira vez como homossexual assumido. Antes ia como evangelista. Foi uma experiência maravilhosa. Nunca estive tão em paz.

[fim]

3) Alan Chambers, da Exodus Internacional (MixBrasil, 20/06/2007)

Ex-ex-gay

Porta-voz da Exodus, controvesa ONG americana que converte gays em héteros, declara que ainda é gay .

A Exodus Internacional é um grupo dedicado a converter gays em heterossexuais, através, de acordo com eles, “do poder de Jesus Cristo”. Agora, um dos porta-vozes do Exodus, Alan Chambers, dos mais conhecidos ativistas anti-gay – ele próprio um “ex-gay” – acaba de revelar que mesmo depois de anos de intensa terapia religiosa, não conseguiu curar sua, digamos, viadice.

De acordo com o jornal americano Los Angeles Times, durante uma conferência na Concordia University, nos Estados Unidos, Chambers disse que não celebraria mais o fenômeno ex-gay e declarou, inclusive, que nunca encontrou um ex-gay em sua vida. Declarou ainda que, apesar de ser casado e ter filhos, ainda tem que controlar sua “tentação homossexual”. “Não há maneira de mudar completamente”, disse Chambers.
Chambers não foi o primeiro “ex-gay” a questionar o controverso tratamento. Michael Bussee, que fundou o Exodus, apaixonou-se por outro “ex-gay” e declarou ao LA Times que está acontecendo uma mudança no mundo teológico e médico, “algo positivo”, disse ele. A matéria do jornal diz ainda que 42% dos americanos acreditam que a homossexualidade seja inata, ou seja, não poderia ser revertida.

No entanto, apesar de Bussee não se dedicar mais a “curar gays”, agora desenvolve coisa parecida: terapias para “ajudar” gays a controlarem seus desejos, mesmo que seja necessário, para isso, viverem no celibato. Para ele, é um direito de seus clientes tentarem impedir os desejos, uma vez que não estão satisfeitos com eles.

O professor da reconhecida Columbia University, David Spitzer disse: “Já que a homossexualidade não é uma doença mental, receitar uma mudança de comportamento não é correto. Contudo, ninguém pode tirar o direito das pessoas de fazerem esforços em mudar seus comportamentos, se não estiverem felizes consigo mesmas.”
[fim]

4) Chronicles of an Ex-Ex-Gay. Como indica o nome, é um blog de um ex-ex-gay, Jacob, em inglês: http://exexgay.blogspot.com/

[fim]

http://www.youtube.com/watch?v=_VNpgTLIo18

13 respostas para Gays, ex-gays e ex-ex-gays: felizes

  1. Maicon disse:

    tes

  2. Maicon disse:

    99% dos casos estão ligados a igreja, sinto desejo de mudar estilo deixar de ser gay e desenvolver a masculinidade, viver uma vida com uma mulher realizando todos atos e ações do um homem em um relacionamento, acredito quando se ama uma pessoa indefere a opção, a dignidade e respeito fazem parte da relação.

    Deveras importante sempre fui sensível a tal ponto de gostar de brincar e carrinhos de boneca e conversar com qualquer pessoa, com o passar do tempo meninos zoavam por que fala com as meninas de igual para igual, na concepção deles estava sendo menininha, era insuportável as chacotas e por fim não gostava da presença deles até do meu padrasto alcoólatra, senti um profundo ódio homens e meninos e não consegui diferenciar os bons e o maus.

    Até chegar ao ponto que meninos perceberam feminilidade e quiseram desenvolver uma relação homossexual comigo, e senti bem na presença de outro menino acreditei que essa era minha opção.

    Chega a adolescência a juventude, e a maturidade 28 anos, todo esse cenário da minha vida e percebo quanto meus pais ignorantes por falta de compreensão me deixaram na mão, não posso culpa-los não faria isso, mais quando se é criança deixam passar essa situação e não desenvolvem dialogo, a culpa sim é deles, não se prepararam para criar seu filho, não conversam abertamente, apenas ditar regras e limites sem conversas espontâneas abertas, amigas, falta de maturidade deles e falta das orientações que deixaram de me passar e acabou influenciando na escolha da homossexualidade.

    Hoje nenhum relacionamento homoafetivo tem durabilidade, por que me sinto homem, sinto desejo de que a outra pessoa seja feminista que tenha sensibilidade aflorada que seja espontânea e fale mais do que eu, comportamento natural das mulheres, essa sensibilidade em outro homem fica uma imagem destorcida.

    Característica muito forte entre homens e mulheres, homens quando recebem muita cobrança ficam impacientes, logo as mulheres tem a habilidade de argumentação e sensibilidade para faze-las, homem com homem é muita educação e gentileza não tem o mesmo efeito e ação, e as vezes rola uma brutalidade nessas conversar que acaba com qualquer relação.

    Hoje sonho com dia que consiga construir um relacionamento amoroso, que posso ter filhos naturais ou adotados, que tenha uma pessoa na minha casa na minha vida que coloque amaciantes nas minhas camisas, que possamos trocar olhares e ver o amor o zelo reciproco,
    que saiba fazer maionese, sabe essas coisas de zelo de mulheres pode parecer machista mais esses atos e ações me deixam extremamente atraído, quando se fala em perfume pele macia jeitinho dengoso haha parei elas são demais neh 🙂

    Diante de todos os fatos, não existe nada que converta o passado, mas posso alterar o futuro para a heterossexualidade, a grande questão…. está extremamente enraizados na minha personalidade nas minhas ações, nos vícios de expressão no comportamento, mudar a ponto de chegar essas raízes é delicado, confesso que tenho revisto muitos conceitos sobre religião
    por muito tempo fui ateu, a igreja fica contanto essa historinha da bíblia que cheia de furos, não passando compreensão no universo da palavra Deus seu significado, diante disso comecei a procurar a liberdade e o entendimento sobre nossa vida ou passagem e encontrei um local que trabalha muito com conceito de moralidade e ética, inteligencia emocional, sendo Espiritismo, usando um filtro e aos poucos Deus floresce no coração, Deus de luz e justiça que compreende a escolha de cada um(Aqui entra homossexualidade) é só pede que cada um evolua, com ser bom digno e justo.

    Ainda não existe uma roteiro ou conceito livre de influencia religiosa, estudo cientifico, nada que comprove que essa alternância é possível, sinto que todos meus instintos pedem uma mulher mais a bloqueio mental enraizado, uma hora que serei liberto.

    Contato, maiconrx@yahoo.com.br

  3. Anônimo disse:

    Respeito o ponto de vista do blog, apesar de não concordar com a maior parte, mas acho que a palavra “homossexualismo” deveria ser evitada, pois trata a condição como uma doença. Prefira “homossexualidade”.

  4. O ser humano é livre para ser o que quiser ser, pouco importando se a homossexualidade é genética ou não. O que impede os homossexuais de serem felizes é o massacre imposto pela sociedade que tem feito valer sua vontade sobre o indivíduo.

  5. Paulo disse:

    Legal a reportagem, na categoria ex-ex gays, falta o testemunho da Missionária Lanna Holder, seria interessante agregar!

  6. marcelo disse:

    Olha eu acho que o Joide Miranda continua ainda muito pintosa, mesmo tendo deixado de se montar, casado com mulher e adotado filho. Mas acho que cada um deve ter o direito de fazer da sua vida o que achar melhor. Se ele virou religioso, acha que deixou de ser gay e sente-se feliz assim, ótimo. Mas é um problema exclusivamente dele. Contudo acho errado ele querer vir agora responsabilizar os outros por suas escolhas pregressas e pior, se deixar utilizar pela mídia em manobras de interesses escusos que promovem o ódio e a violência contra outras pessoas.
    Não é a saia ou a calça que faz um homem ser mais ou menos digno, mas sim seus atos e ações. E dignidade, com certeza o Joide Miranda nunca teve. Não passa de um marionete, um ser medíocre e mesquinho que precisa atacar sempre os outros para provar a si mesmo que realmente está regenerado. E para isso não importa as consequências, não importa os outros, somente prevalece sua imensa vaidade e hipocrisia. Porque acha mesmo que todos os homossexuais são infelizes como você, porque todos devem pensar como você, quem lhe outorgou o direito de “curar” os homossexuais ?
    Um livro escrito e deturpado por homens de carne e osso e tão humanos quanto a qualquer um ?
    Faça-me o favor, no fundo nem você mesmo acredita nisso.

  7. HRF disse:

    Todos os casos citados (ou a esmagadora maioria) são relacionados à religião – ao cristianismo, apenas, como sempre, como se não houvesse outras crenças, inclusive aqui mesmo no Brasil, como a Ubanda – ou seja, necessidade da crença artificial x orientação sexual determinada pela natureza.
    Na maioria deles, cada um afirma que sua situação é o mesma do resto das pessoas, ou seja, baseiam-se apenas no seu caso, seus sentimentos, sua vida, ignorando o restante das pessoas, mas forçando a idéia que são a verdade absoluta para todo mundo.
    Resumindo, o mesmo papo de sempre: “a verdade e realidade são como eu acho que são, e nenhuma prova em contrário vai me fazer mudar de opinião, mesmo que eu não possa desmentí-las, apenas dizer que não aceito, e pronto”. 🙂
    O fato da homossexualismo (vou usar esse termo, quem não gostar que se mate) não ser uma opção não impede que haja casos particulares de distúrbios emocionais, nada a ver com sua verdadeira orientação sexual.

  8. UM00 disse:

    Todos os casos citados (ou a esmagadora maioria) são relacionados à religião – ao cristianismo, apenas, como sempre, como se não houvesse outras crenças, inclusive aqui mesmo no Brasil, como a Ubanda – ou seja, necessidade da crença artificial x orientação sexual determinada pela natureza.
    Na maioria deles, cada um afirma que sua situação é o mesma do resto das pessoas, ou seja, baseiam-se apenas no seu caso, seus sentimentos, sua vida, ignorando o restante das pessoas, mas forçando a idéia que são a verdade absoluta para todo mundo. Resumindo, o mesmo papo de sempre: “a verdade e realidade são como eu acho que são, e nenhuma prova em contrário vai me fazer mudar de opinião, mesmo que eu não possa desmentí-las, apenas dizer que não aceito, e pronto”. 🙂
    O fato da homossexualismo (vou usar esse termo, quem não gostar que se mate) não ser uma opção não impede que haja casos particulares de distúrbios emocionais, nada a ver com sua verdadeira orientação sexual.

  9. Anderson disse:

    “Abandonei a igreja por pensar que o Deus cristão é um mito”
    Isso ja diz tudo…

  10. Muito bom esse post! Quero aproveitar e deixar esse link
    A Resposta Católica: “Orientação a um homossexual”
    http://padrepauloricardo.org/audio/15-a-resposta-catolica-orientacao-a-um-homossexual/
    Um homossexual pede ajuda de como deixar essa escolha e viver bem com ele mesmo.

    • Obrigado por visitar nosso blog e comentar.

      Defendemos o direito de ir e vir, de escolher, para todos os cidadãos. Escolher um caminho e prosseguir, ou parar, voltar quando bem entender, etc.
      Defendemos também a diversidade de opiniões. Obrigado pelo link.

      Abraço, equipe homofobianaoexiste

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