Tabelas de crimes envolvendo mortes de gays no Brasil

Em função de números divulgados na Mídia por ativistas LGBT que em nenhum momento apresentam as fontes dos dados, resolvemos efetuar uma estatística de assassinatos  envolvendo a comunidade LGBT (como vítima), a fim de melhor analisarmos a questão, ao apresentarmos as respectivas fontes de onde provém os dados.

As informações são coletadas em publicações da Mídia, com as devidas citações a fim de que todos os dados possam ser verificados por qualquer pessoa. Utilizamos os mesmos métodos que o Grupo Gay da Bahia utiliza na coleta de dados e na produção dos seus relatórios, com a imensa diferença de que em nossos relatórios as fontes dos dados são apresentadas.

Assim, poderemos reforçar ou desmentir o que é nacionalmente divulgado como “crime de ódio por orientação sexual”. Pois, para muitos ativistas gays, todos os crimes que envolvem LGBT’s são crimes que ocorrem exclusivamente pela orientação sexual das vítimas, e sempre a sociedade é responsabilizada, pelo preconceito, pela exclusão social, entre outros.

Acompanhe aqui os Relatórios.

P.S.: para alguns anos (2001 e 2004), temos as fontes de dados do próprio GGB (Grupo Gay da Bahia) obtidas da internet, e que não são mostradas em seus relatórios.  Analisando os dados, percebemos um exagero do GGB ao apresentar suas conclusões para a Mídia. Também não entendemos porque o GGB não apresenta as fontes dos dados em todos os seus relatórios anuais. Na dúvida, confira aqui os nossos Relatórios.

Anúncios
Esse post foi publicado em Uncategorized. Bookmark o link permanente.

15 respostas para Tabelas de crimes envolvendo mortes de gays no Brasil

  1. Pode procurar junto a Secretaria especial dos Direitos Humanos, lá tem uma pesquisa feita pelo Sistema Nacional de Combate a homofobia e relata que a cada dia 13 homossexuais sofrem algum tipo de discriminação e a cada dia, hoje, 2013, um homossexual é brutalmente assassinado.

    Dados oficiais, da Presidência da República.

  2. Felippe Reis disse:

    Estou cansado de ver ataques a gays’, diz dono de bar em SP

    Moradores, comerciantes e frequentadores da região da avenida Paulista demonstram apreensão com os episódios de violência e denunciam o clima de insegurança após ataques homofóbicos em São Paulo. Um dono de bar na rua Peixoto Gomide, que cruza a rua Frei Caneca, um dos pontos de referência do público gay, relata que há cerca de um mês levou um soco ao tentar defender um homossexual que era espancado na rua. “Estou cansado de presenciar (ataques homofóbicos)”, desabafa. Uma das críticas é a carência de policiamento, e a opção é contratar vigilantes ou criar “estratégias” próprias de segurança.

    É o caso do técnico comercial Marcelo Albarossi, 34 anos, morador da Bela Vista, que diz não andar mais a pé pelas ruas. Em passeio com amigos no shopping Frei Caneca, ele nota um comportamento conformista diante dos episódios homofóbicos. “Tenho meu namorado, não ando de mãos dadas, não tenho atitudes de carinho em público. Na rua, não apenas pela homofobia, mas, às vezes, temos senhoras de idade que moram na região, que não estão acostumadas a ver essa situação e também não são obrigadas. Se você quer o respeito, dê o respeito também. Você acaba se coagindo por causa da falta de aceitação. Seria ótimo se pudesse (demonstrar carinho em público), mas, infelizmente, a sociedade não está preparada. Acho que você ‘dar na cara’ para conseguir isso de volta não é a solução. Temos outras maneiras de conseguir esse respeito”, afirmou.

    Ele confessa ter medo de ser vítima de um ataque violento. “Tenho medo, procuro não vacilar. Se eu saio, saio de carro, não ando a pé. Não apenas por agressão, mas também por assaltos, segurança pessoal. Sabemos que tem áreas em que você é bem-vindo, tem áreas em que não. Nas áreas em que você não é bem-vindo, não force uma aceitação, que é pior. Tudo o que choca, o que agride a outra pessoa, pode levar essa pessoa a te agredir da mesma forma.”

    O rapaz nunca foi ferido, mas diz serem frequentes os insultos verbais. “Eles xingam, principalmente. São homens em grupo, nunca sozinhos. Jovens de classe média a média alta, às vezes drogados ou embriagados. Eles têm também a consciência de que gays são gays, mas são homens e têm a mesma força e, muitas vezes, na hora de encarar, não encaram”, afirma.

    O comerciante da rua Peixoto Gomide relata a atuação de grupos de punks e skinheads que, segundo ele, atacam gays geralmente durante a madrugada. “Eles vêm e espancam as pessoas. Fiz uma denúncia nesta semana, chamei a viatura. A viatura veio, pegou jovens com faca, mas não fez nada, dispensou eles”, disse.

    “Eles aparecem em grupo, passam aqui e chegam ‘apavorando’. Os gays são indefesos, não são de briga. Eles (skinheads) chegam de coturno, calça do Exército e jaqueta preta, carecas ou com boné. Chegam, olham na sua cara e batem. Eles batem do nada.” Após ser agredido por ter defendido um homossexual, o comerciante disse que “a polícia veio, (mas) eles (os suspeitos) não tinham armas. A polícia checou documentos e dispensou.”

    Para o comerciante, que abriu o bar há sete meses, falta segurança e uma atenção maior da polícia para os ataques que não chegam ao conhecimento da imprensa. “Não está tendo policiamento correto. Eles (policiais) estão sabendo, a mídia está caindo em cima, mas os ‘grandões’ lá em cima não estão vendo isso. Se está ocorrendo esse tipo de coisa, por que não mandam mais policiais, aumentam a frequência da ronda, monitoram mais? Aí, quando mídia cai em cima, eles vêm com aquela desculpinha que não tem ocorrência. Como não tem ocorrência? A gente chama os policiais e eles nem dão atenção. Precisa de mais polícia e mais postos policias nessa região. A avenida Paulista, a rua Frei Caneca são conhecidas pelo público. Se o Rio é conhecido pelas praias, São Paulo é conhecida pela noite. Está acabando a noite de São Paulo por causa do medo.”

    Apesar disso, o dono do bar ainda não percebeu queda no movimento. Ele teve, porém, de contratar mais dois seguranças, além dos quatro que trabalham dentro do bar. “Por medo, a gente tem que pagar seguranças. O problema maior aqui não é assalto, é espancamento mesmo, que as polícias não estão tomando providências”, desabafa.

    Funcionário da loja de conveniência instalada no posto de combustíveis da rua Fernando de Albuquerque, próxima à avenida Paulista, Jefferson Macario, 27 anos, conta que é comum gays frequentarem o local. Foi na loja que o casal agredido no último sábado comprou cigarros após deixar uma casa noturna. Macario diz que nunca presenciou casos de violência, mas afirma que são comuns as agressões verbais, principalmente por parte de jovens.

    “Durante o dia, a gente não escuta. É na madrugada que a gente ouve mais os comentários, os xingamentos, principalmente de jovens. Eles bebem e aí falam bobagem, fazem chacota.” Foi pelo relato dos colegas do turno da madrugada que ele teve conhecimento da agressão. “Foi a primeira vez que aconteceu”, garante.

    Jefferson disse, ainda, que os funcionários do estabelecimento estão orientados a não se envolver em discussões ou brigas que eventualmente ocorram no ambiente. “Não podemos nos envolver porque somos alvos fixos. Procuramos evitar que aconteça aqui dentro”, diz.

    Em nota, o 7º Batalhão da Polícia Militar de informou que realiza a Operação Centro Seguro nas principais vias da região, entre elas a avenida Paulista, rua Frei Caneca e rua Augusta. De acordo com a PM, quatro viaturas atendem a área da 0h às 6h e, diariamente, PMs e policiais da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) “trocam informações sobre os últimos acontecimentos e definem a estratégia de atuação”.

    O rapaz nunca foi ferido, mas diz serem frequentes os insultos verbais. “Eles xingam, principalmente. São homens em grupo, nunca sozinhos. Jovens de classe média a média alta, às vezes drogados ou embriagados. Eles têm também a consciência de que gays são gays, mas são homens e têm a mesma força e, muitas vezes, na hora de encarar, não encaram”, afirma.

    O comerciante da rua Peixoto Gomide relata a atuação de grupos de punks e skinheads que, segundo ele, atacam gays geralmente durante a madrugada. “Eles vêm e espancam as pessoas. Fiz uma denúncia nesta semana, chamei a viatura. A viatura veio, pegou jovens com faca, mas não fez nada, dispensou eles”, disse.

    “Eles aparecem em grupo, passam aqui e chegam ‘apavorando’. Os gays são indefesos, não são de briga. Eles (skinheads) chegam de coturno, calça do Exército e jaqueta preta, carecas ou com boné. Chegam, olham na sua cara e batem. Eles batem do nada.” Após ser agredido por ter defendido um homossexual, o comerciante disse que “a polícia veio, (mas) eles (os suspeitos) não tinham armas. A polícia checou documentos e dispensou.”

    Para o comerciante, que abriu o bar há sete meses, falta segurança e uma atenção maior da polícia para os ataques que não chegam ao conhecimento da imprensa. “Não está tendo policiamento correto. Eles (policiais) estão sabendo, a mídia está caindo em cima, mas os ‘grandões’ lá em cima não estão vendo isso. Se está ocorrendo esse tipo de coisa, por que não mandam mais policiais, aumentam a frequência da ronda, monitoram mais? Aí, quando mídia cai em cima, eles vêm com aquela desculpinha que não tem ocorrência. Como não tem ocorrência? A gente chama os policiais e eles nem dão atenção. Precisa de mais polícia e mais postos policias nessa região. A avenida Paulista, a rua Frei Caneca são conhecidas pelo público. Se o Rio é conhecido pelas praias, São Paulo é conhecida pela noite. Está acabando a noite de São Paulo por causa do medo.”

    Apesar disso, o dono do bar ainda não percebeu queda no movimento. Ele teve, porém, de contratar mais dois seguranças, além dos quatro que trabalham dentro do bar. “Por medo, a gente tem que pagar seguranças. O problema maior aqui não é assalto, é espancamento mesmo, que as polícias não estão tomando providências”, desabafa.

    Funcionário da loja de conveniência instalada no posto de combustíveis da rua Fernando de Albuquerque, próxima à avenida Paulista, Jefferson Macario, 27 anos, conta que é comum gays frequentarem o local. Foi na loja que o casal agredido no último sábado comprou cigarros após deixar uma casa noturna. Macario diz que nunca presenciou casos de violência, mas afirma que são comuns as agressões verbais, principalmente por parte de jovens.

    “Durante o dia, a gente não escuta. É na madrugada que a gente ouve mais os comentários, os xingamentos, principalmente de jovens. Eles bebem e aí falam bobagem, fazem chacota.” Foi pelo relato dos colegas do turno da madrugada que ele teve conhecimento da agressão. “Foi a primeira vez que aconteceu”, garante.

    Jefferson disse, ainda, que os funcionários do estabelecimento estão orientados a não se envolver em discussões ou brigas que eventualmente ocorram no ambiente. “Não podemos nos envolver porque somos alvos fixos. Procuramos evitar que aconteça aqui dentro”, diz.

    Em nota, o 7º Batalhão da Polícia Militar de informou que realiza a Operação Centro Seguro nas principais vias da região, entre elas a avenida Paulista, rua Frei Caneca e rua Augusta. De acordo com a PM, quatro viaturas atendem a área da 0h às 6h e, diariamente, PMs e policiais da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) “trocam informações sobre os últimos acontecimentos e definem a estratégia de atuação”.

    http://qbrandotabus.wordpress.com/2011/10/07/estou-cansado-de-ver-ataques-a-gays-diz-dono-de-bar-em-sp/

    • Como sempre, meia dúzia de gatos pingados que atacam diversas pessoas, e entre elas, homossexuais.

      Basta aplicar as leis existentes e coibir estas atitudes.

      Infelizmente alguns agentes da lei ainda não têm boa formação para aplicar devidamente as leis que temos.

  3. Idevam disse:

    Muito Bom e informativo ese portal eu fiquei conhecendo através de um comentário postado no blog da veja de Reinado Azevedo e vou divugalo parabéns pela iniciativa.

    • Olá Felippe,

      obrigado pelos links. Vamos utilizar alguns dos textos na parte sobre fanáticos religiosos.

      Mas alertamos que o segundo link, com texto de Carmita Abdo, livro-docente da Faculdade de Medicina da USP, cita dados sem apresentar fontes, o que não é aceitável para uma pessoa da área acadêmica. Por exemplo, apresenta como dado, que 10% da população mundial é composta por gays, o que é mito, que vem supostamente dos relatórios Kinsey. Veja o que escrevemos sobre o assunto, inclusive as referências e até mesmo uma crítica de um site gay dos EUA:

      https://homofobianaoexiste.wordpress.com/topicos-interessantes/quantos-lgbts-ha-no-mundo/

      https://homofobianaoexiste.wordpress.com/topicos-interessantes/homossexuais-e-os-relatorios-kinsey/

      Abraço,
      Equipa homofobianaoexiste

      • Felippe Reis disse:

        Sinto muito mas acredito que seja ate mais que dez por cento.
        A maioria dos homens e mulheres Homossexuais e Bissexuais nunca participaram de pesquisa nenhuma e a maior parte jamais responderia sobre seu desejo.

        A maior parte ainda esta no armario total estando casados e vivendo vida dupla ou nao… muitos tem medo e outros mesmo mantendo relações com outros homens não se identificam como Homo ou Bissexual.

        A repressão a homossexualidade é só uma das repressões sexuais criadas pelas nojentas igrejas cristãs na idade média… pegar na mão e o proprio sexo heterossexual por prazer ja foi considerado sujo, pecado, anti-natural e anormal.

        RELIGIAO FAIL

        • Olá Felippe,

          As pesquisas apresentadas são em países bem liberais, e mesmo neles os LGBT’s não passam de 2%, mesmo em países minúsculos onde é ainda mais fácil entrevistar os cidadãos. Isto de modo algum significa tratar com menos respeito porque são poucos, apenas implica em desmentir o mito dos 10% criado em função de uma interpretação errônea dos relatórios Kinsey. É claro que muitos levam uma vida dupla em função da não aceitação da grande parte da sociedade.

          A perseguição aos gays não é algo nascido na Idade Média com os cristãos, é algo muito mais antigo. Contudo, não cremos que o problema sejam as religiões em si, mas, pessoas que se utilizam da religião para controlar as vidas dos outros, assim como poderiam utilizar a política ou outro meio qualquer. O problema está no coração de alguns.

  4. Will disse:

    Olá, parabéns pelo seu trabalho!!

    Descobri este blog pelo cometário do filósofo Olavo de Carvalho no último True-Outspeak (http://www.blogtalkradio.com/olavo)

    Observe este argumento argumento do Roberto Seitenfus, candidato a deputado federal (nem ao menos fecha com os números do GGB): “Em nosso País, a cada três dias um homossexual é assassinado, precisamos combater isso”. Fonte: http://mixbrasil.uol.com.br/pride/politica/gay-gaucho-roberto-seitenfus-e-candidato-a-deputado-federal.html

    Estes números são a prova de que homofobia não existe no Brasil, mesmo com o sentido pretendido pelo movimento gay, principalmente em um país com mais de 50 mil mortes por ano.. Então eu pensei em um dado comparativo absurdamente raro como “pessoas que morrem atingidas por raio em um ano” e fica algo próximo de 1 a cada 4 dias.. (89 pessoas mortas em 2010)

    Conclusão: é óbvio que isto é manipulação da informação (mentira) para enganar a população.

    Fonte Secundária: http://noticias.portalbraganca.com.br/saude/37-estatistica/4984–mortes-por-raios-no-brasil-foram-89-em-2010-e-sao-paulo-lidera-esta-estatistica-com-12-obitos.html

    Vou deixar mais alguns links que levantei para consulta para debate sobre o tema:


    http://www.olavodecarvalho.org/semana/070523dce.html
    http://liberdadedeexpressao.multiply.com/journal/item/74
    http://blogdainseguranca.blogspot.com/2011/02/homicidios-brasil-e-o-6-em-morte-de.html

    att.

    • Olá Will,

      bom saber que os dados estão tendo repercussão. Vamos analisar os links e aproveitar as informações para os próximos textos.
      Obrigado pelas sugestões. Ajude a divulgar nosso blog.
      Abraço,
      Equipe, homofobianaoexiste.

  5. armizimm disse:

    10/08/2011 15h46 – Atualizado em 11/08/2011 10h57
    ‘Estou sem chão’, diz mãe de garoto que marcou encontro pela web
    Adolescente saiu de casa no domingo (7) e só voltou nesta segunda (8).
    Mãe diz que ele foi abusado por três homens em SP.
    Do G1 SP

    imprimir
    A mãe de um adolescente de 13 anos que, segundo ela, foi abusado sexualmente por três homens em São Paulo neste final de semana, disse nesta quarta-feira (10) ao G1 que ainda está “sem chão”. A auxiliar de enfermagem de 32 anos, que preferiu não ter seu nome divulgado, contou que o garoto está “desorientado e abatido”.

    saiba mais

    Mãe procura polícia após filho de 13 anos marcar encontro pela internet
    O adolescente, que vive em Jundiaí, a 58 km de São Paulo, marcou um encontro com os homens por meio de um chat pela internet. Segundo a mãe, ele se encontrou com os homens na Avenida 9 de Julho, em Jundiaí, e de lá foi levado para um apartamento na capital paulista. O garoto contou que ingeriu uma bebida que o deixou “desnorteado”. Depois disso, de acordo com a mãe, as relações sexuais aconteceram.

    Antes de sair de casa no domingo (7) à tarde, o menino disse à mãe que planejava encontrar com umas amigas. O horário combinado para o retorno foi 18h. Às 20h, a mãe já estava bastante preocupada e ligou para a polícia. No entanto, um boletim de ocorrência só foi feito 24 horas após o desaparecimento.

    Segundo a auxiliar de enfermagem, na segunda-feira (8), por volta das 12h, o filho entrou em contato, informando que estava no Centro de Jundiaí e que havia sido assaltado. Os pais foram buscá-lo. Ao chegar ao local, a mãe disse que o garoto relatou que havia sido abusado por três homens e que conseguiu fugir da casa e pegar o trem.

    A mãe disse estar “revoltada” com a situação. Segundo ela, o menino contou há cerca de dois meses que era homossexual.

    A Delegacia da Mulher de Jundiaí investiga o caso. O garoto fez exames no Hospital Paulo Sacramento, onde foram constatados sinais de abuso sexual.

  6. MB011 disse:

    Ótima iniciativa, devemos todos nós, cidadaos decentes e íntegros, usando de FATOS e da VERDADE aniquilar/extirpar de uma vez por todas a tentativa de implantação de uma DITADURA GAY por parte da imprensa podre e de grupos heterofobicos/cristofobicos nacionais e internacionais. Basta de GAYSTAPO!!! Basta de nos subjugarmos a uma MINORIA desvirtuada, um verdadeiro câncer no seio da sociedade, que afronta, insulta e nao sabe respeitar os valores morais alheios e os sagrados preceitos e normas que regem e formam a familia e uma a sociedade saudável. Integridade, moral e bons costumes acima de tudo!

  7. washington disse:

    Pollyana AraújoDo G1 MT
    imprimir
    Uma mulher de 30 anos que estava grávida foi morta a facadas pela companheira, da mesma idade, na noite desta terça-feira (9), no bairro Altos da Serra, em Cuiabá. A Polícia Militar informou que o crime ocorreu depois que a parceira, com quem vivia uma relação homoafetiva, descobriu a gravidez, fruto de uma relação extraconjugal.
    Segundo o boletim de ocorrência, a vizinhança confirmou a relação afetiva da vítima com a mulher suspeita e informaram ainda que o homicídio ocorreu após uma discussão entre elas. Ao G1, o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) informou que a vítima morreu na hora após levar vários golpes de faca em várias partes do corpo.
    Os vizinhos acionaram a Polícia Militar e o corpo da vítima foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML). A suspeita de ter cometido o crime está foragida. A Polícia Judiciária Civil informou que já deu início às investigações.

    10/08/2011 12h31 – Atualizado em 10/08/2011 12h33

    fonte: G1

Deixe seu comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s